segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Medos Infantis


Muitos pais e professores possuem uma dúvida constante: é normal que meu filho ou aluno tenha um determinado medo nesta idade? Já era para ter passado, ou é normal que o tenha?  É para estes esclarecimentos que gostaria de informar para você que é pai, mãe, professor (a), avô ou avó, cuidador, ou simplesmente convive e possui crianças e adolescentes sob sua responsabilidade. Considero  que seja importante o conhecimento sobre quais são os medos comuns e esperados para cada faixa etária da vida da criança e, em cada faixa etária, quais medos tendem a diminuir, quais aumentam e quais costumam ficar constantes. 







Se você perceber que sua criança possui um medo que já era para ter superado na idade em que está, não se desespere, é necessário analisar quais fatores no cotidiano dela podem estar contribuindo para que este medo permaneça e, só assim, diagnosticarmos se é patológico ou não. Se for patológico, uma intervenção psicoterapêutica se faz necessária, mas não sem antes avaliar todos os fatores envolvidos.
Aqueles medos que são comuns da idade tendem a passar com o tempo, a medida em que a criança vai amadurecendo suas cognições e aprendendo a lidar melhor com o mundo; por isso, esses medos inicialmente não se tornam um motivo de grande preocupação.

CRIANÇA DE 0 A 2 ANOS 
*      Perda brusca da base de sustentação: sair do colo dos pais e cuidadores e de seu ambiente de refúgio.
*      Separação dos pais, ou de um dos pais.
*      Mudança de ambiente: estar em um lugar diferente do habitual.
*      Ruídos fortes (aspiradores, sirenes, alarmes, caminhões, trovões).
*      Estranhos.
*      Animais.
*      Pequenas feridas no corpo.
*      Escuro.     
*      Objetos e máquinas grandes.


CRIANÇA DE 3 A 5 ANOS
 Medos que tendem a diminuir:
*      Estranhos.
*      Perda brusca da base de sustentação: sair do colo dos pais e cuidadores e de seu ambiente de refúgio.
Medos que permanecem constantes:
*      Ruídos fortes (incluindo ruídos à noite).
*      Separação do pai ou da mãe (ir à escola ou em outros lugares em que fica por muito tempo na ausência dos pais).
*      Animais.
*      Escuro.
*      Máscaras.  
Medos que tendem a aumentar:
*      Pessoas fantasiadas (papai Noel, palhaços, fantasias de animais).
*      Pessoas “más” (ladrões, “homens que roubam criancinhas”).
*      Danos físicos (de machucados).

CRIANÇA DE 6 A 8 ANOS
Medos que tendem a diminuir:
*      Ruídos fortes.
*      Pessoas fantasiadas
Medos que permanecem constantes:
*      Separação dos pais.
*      Animais.
*      Escuro.
*      Danos físicos (de machucados).
Medos que tendem a aumentar:
*      Seres imaginários (bruxas, fantasmas, extraterrestres).
*      Tempestades (raios e trovões).
*      De dormir sozinho e de ficar sozinho,
*      De Escola (do ambiente escolar).
*      Acontecimentos da mídia (notícias sobre guerra ou rapto de crianças).

CRIANÇA DE 9 A 12 ANOS

Medos que tendem a diminuir:
*      Separação dos pais.
*      Escuro.
*      Seres imaginários.
*      Ficar sozinho.
Medos que permanecem constantes:
*      Animais.
*      Danos físicos.
*      Tempestades.
Medos que tendem a aumentar:
*      Escola (provas, suspensões).
*      Aparência física.
*      Relações sociais (amizades, namoros).

*      Morte.

Observe e avalie o medo de sua criança!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

TOC - O Transtorno Obsessivo-compulsivo

O Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC) é um transtorno que manifesta sintomas que as pessoas tipicamente chamam de manias. Há uma diferença entre obsessões e compulsões.
A obsessão pode ser detectada quando pensamentos intrusivos invadem sua mente e você não consegue ter controle sobre eles, mesmo que não queira pensar nos mesmos. Já a compulsão se refere a comportamentos que a pessoa utiliza para tentar “afastar seus medos e perigos”, ou seja, são comportamentos que, na maioria das vezes, são absolutamente sem sentido, mas a pessoa se sente compelida a fazê-lo, como se fosse um ritual.
Apontarei as obsessões e compulsões mais comuns, fique atento.
OBSESSÃO E COMPULSÃO POR LIMPEZA
A pessoa que possui obsessão por limpeza possui alguns “medos”, de que algumas coisas se concretizem. O seu principal medo é “eu posso ser contaminado ou contrair uma doença”. Por causa desse pensamento obsessivo, a pessoa começa a manifestar compulsões como:
·         Lavar as mãos inúmeras vezes ao longo do dia;
·         Lavar imediatamente as roupas que tenham sido usadas fora de casa (mesmo limpas);
·         Lavar as mãos imediatamente ao chegar da rua;
·         Trocar de roupa muitas vezes;                                     
·         Tomar banhos muito demorados;
·         Passar o guardanapo nos talheres do restaurante antes de se servir;
·         Usar shampoo, sabonete, sabão, desinfetante ou detergente de forma excessiva.

MEDO DE FALHAR E NECESSIDADE DE VERIFICAÇÕES
                A pessoa com TOC tem medo de cometer falhas imperdoáveis. O pensamento obsessivo seria “eu preciso verificar novamente, caso contrário, a conseqüência disso seria terrível e eu jamais me perdoaria por ela, então vou verificar”. E, assim, a compulsão se manifesta em verificações, que surgem pela necessidade de ter certeza de que a possibilidade de dano foi reduzida ou eliminada. As mais comuns:
·         Verificar portas e janelas, antes de deitar ou sair de casa;    
·         Verificar eletrodomésticos (ferro de passar, fogão, chapinha de cabelos, gás, etc.);
·         Chegar se as torneiras estão fechadas, com necessidade de apertá-las (às vezes de forma exagerada a ponto de quebrá-las) ou de passar a mão por baixo para verificar se não está saindo água;
·         Acender e apagar novamente lâmpadas apagadas, ligar e desligar o celular ou a TV mais de uma vez, com receio de que não tenham ficado “desligados”;   
·         Checar a bolsa ou a carteira, para certificar-se que não faltam documentos, chaves, etc.
·         Verificar se atropelou ou não com carro alguém que passava na calçada ou ao lado.  

PENSAMENTOS IMPRÓPRIOS, “MAUS PENSAMENTOS” OU “PENSAMENTOS RUINS”
É quando a pessoa com TOC possui pensamentos impróprios, que incluem-se em algumas categorias: pensamentos agressivos, cenas violentas invadindo a cabeça, pensamentos de conteúdo sexual impróprio, pensamentos de conteúdo catastrófico. A pessoa fica chocada com tais cenas, que são acompanhadas de grande aflição, pois interpreta a presença destas como indicativo de risco de um dia vir a praticá-las e tenta, sem sucesso, afastá-las da sua mente. Alguns exemplos:
·         Atirar o bebê pela janela;
·         Intoxicar o filho com venenos domésticos, como raticidas ou gás;
·         Empurrar alguém (um idoso ou uma criança) escadaria abaixo;
·         Dar um soco em uma pessoa ao cumprimentá-la;
·         Jogar o carro em cima de um pedestre;
·         Atropelar pessoas idosas;
·         Pensar em cenas repetitivas de sexo com “entidades espirituais”;
·         Fixar os olhos nos genitais de algumas pessoas;
·         Pensamentos mágicos e supersticiosos (ex: “se eu não rezar 5 vezes por dia, pode acontecer algo ruim com um membro da minha família).

COMPULSÕES MENTAIS
Algumas compulsões não são percebidas pelas demais pessoas, pois são realizadas mentalmente, mas possuem a mesma finalidade: reduzir a aflição associada à um pensamento. Exemplos:
·         Repetir certas palavras ou frases;
·         Rezar;                       
·         Relembrar cenas ou imagens;
·         Contar ou repetir números;
·         Fazer listas.

E existem outras compulsões muito comuns como:
·         Compulsões por ordem, simetria, sequência ou alinhamento: quando a pessoa perde muito tempo alinhando objetos no armário do banheiro, os livros na estante, os pratos e talheres na mesa, e outros similares.qualquer objeto fora do lugar provoca grande aflição no portador de TOC e desencadeia o impulso de alinhá-lo. 
·         Colecionismo: armazenar, poupar, guardar ou colecionar objetos inúteis.

SITUAÇÕES QUE PESSOAS COM TOC EVITAM
Pessoas que possuem obsessões relacionadas com sujeira ou contaminação, ou mesmo medos superticiosos exagerados, adotam com muita freqüência comportamentos evitativos como forma de não desencadear suas obsessões e o medo associado à elas. Exemplos:
·         Não tocar em maçanetas de portas, corrimãos de escadas ou de ônibus; não tocar em portas, tampos de vasos, descargas ou torneiras de banheiros;
·         Isolar móveis, locais ou espaços dentro de casa e impedir o acesso de familiares quando estes chegam da rua;
·         Tirar sapatos, trocar de roupas, lavar as mãos ou tomar banho sempre que chega da rua e obrigar os familiares a fazerem o mesmo;
·         Restringir o contato com sofás ou camas (cobri-los com lençóis, não sentar com a roupa da rua ou com o pijama);
·         Não tocar em interruptores elétricos;
·         Não sentar em bancos de praça ou em meio de transporte coletivo;
·         Não sentar em salas de espera de clínicas e hospitais;
·         Não usar talheres, sabonetes ou toalhas usadas por outras pessoas;
·         Não freqüentar piscinas coletivas e não tomar banho de mar.

O diagnóstico do TOC deve ser feito por um profissional de saúde mental. Todos nós podemos ter, em certo nível, algumas obsessões ou compulsões – e isso não significa necessariamente a presença do transtorno. A síndrome se instala a partir do momento que estas obsessões e compulsões causam um prejuízo significativo na vida emocional, social, profissional e relacional da pessoa. CUIDADO COM O AUTO-DIAGNÓSTICO.
Se você desconfia ter TOC ou conhece alguém com estes sintomas, procure uma Psicoterapia Cognitivo-comportamental, que tem se mostrado bastante eficaz no tratamento do transtorno. De antemão, deixo três desafios básicos para quem é portador de TOC:
1-      ENFRENTE AS COISAS QUE VOCÊ TEM MEDO SEMPRE QUE POSSÍVEL (COMO TOCAR EM ALGO)
2-      SE VOCÊ PERCEBER QUE ESTÁ EVITANDO ALGUM OBJETO OU SITUAÇÃO, ENFRENTE-O
3-      SE VOCÊ SENTIR NECESSIDADE DE FAZER ALGUM RITUAL PARA SENTIR-SE MELHOR, FAÇA ESFORÇO PARA NÃO REALIZÁ-LO

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Síndrome do Pânico: O que é?

Considero importante informar sobre um tema que tem sido tão comum nos dias atuais. A quantidade de casos de pessoas com os chamados “Ataques de Pânico” tem aumentado consideravelmente. Percebo que um dos grandes motivos desse aumento se deve ao ritmo de vida que as pessoas estão levando: poucos separam tempo para cuidar de si. A urgência em ser produtivo, bem sucedido, em “dar conta de tudo” e não poder parar faz com que os indivíduos se tornem cada vez mais exigentes consigo mesmos. Nada de errado em se auto-exigir, mas o que tem acontecido é uma auto-cobrança além dos limites. As pessoas não se permitem mais serem humanas, ou seja, deixam de lado o sono, o descanso, o cuidar de si, o tempo para a família, o exercício físico, a diversão, e tantas outras coisas, para carregar uma bagagem de obrigações e responsabilidades, muitas vezes desnecessárias. Carregar problemas e funções dde outros também é um grande fator de risco. Costumo dizer para meus pacientes: “Você não é um ‘super-humano’, chega um momento em que seu cérebro pede socorro”.



O ESTRESSE É UM DOS PRINCIPAIS CAUSADORES DO TRANSTORNO DE PÂNICO, SENDO O GRANDE RESPONSÁVEL PELA MAIORIA DAS CRISES!

Veja os principais sintomas:



Na prática clínica e nos estudos, observo que os principais fatores de risco para o desenvolvimento do transtorno são:

- Hereditariedade (possuir algum familiar, principalmente um dos pais, que já tenha apresentado o transtorno);
- A pessoa ser, naturalmente, muito ansiosa com tudo;
- Vivência de um trauma ou tragédia (perder um ente querido, sofrer um acidente, sofrer com doenças,catástrofes naturais, abuso sexual, assaltos e seqüestros, dentre outros);
- Perfeccionismo;
- Ritmo de vida estressante;
- Sono inadequado;
- Viver os problemas de outras pessoas;
- Assumir muitas responsabilidades, além do que está ao seu alcance.

SE VOCÊ POSSUI ALGUM DESSES FATORES DE RISCO, PREVINA-SE! O QUE ESTIVER AO SEU ALCANCE PARA MUDAR, MUDE! SE SOFREU ALGUM TRAUMA QUE GEROU OS SINTOMAS ACIMA, PROCURE TRATAMENTO PARA SUPERÁ-LO!

Uma vez instalada a Síndrome, a mesma tem um ciclo, que é o seguinte:




Isso significa que, se a pessoa começou a ter ataques de pânico, os ataques subseqüentes podem vir “do nada”, sem ter um gatilho (sem ter acontecido algo estressante ou angustiante). Quando começa a vir um sinal qualquer no corpo (suor, coração disparado), a pessoa começa a ter pensamentos automáticos como “a crise está vindo de novo”. Esses pensamentos automáticos fazem a ansiedade aumentar e, como conseqüência desta ansiedade, a crise pode vir novamente. Às vezes a crise nem iria acontecer, mas os pensamentos automáticos e a ansiedade “trouxeram” ela.



Se você se identificou com os sintomas, ou conhece alguém com eles, procure um médico e um psicólogo para te ajudar. O tratamento com remédios e psicoterapia é o que se mostra mais eficaz. Não deixe de tratar; quanto mais tempo demorar, mais o transtorno pode se agravar.

Existe tratamento e cura para a Síndrome do Pânico, você não precisa ficar sofrendo com ela.


A CLÍNICA DE PSICOLOGIA DRA. LUCIANA RODRIGUES está à sua disposição. Procure-nos.






sexta-feira, 4 de abril de 2014

Desenvolvendo Auto-estima na Criança

Muitas pessoas possuem baixa auto-estima. Na prática clínica, percebo que a gênese de grande parte das queixas psicológicas está em uma auto-estima não adequada. Talvez você mesmo, querido leitor, possui uma visão distorcida de si mesmo. Quem sabe, em determinadas situações, você se sinta inferior, menos capaz, não amado, mais feio, e tantas outras características que te deixam “pra baixo”. Você se percebe menos valoroso do que realmente é. Se você é assim, ou conhece alguém assim, saiba que isso se originou durante a infância.
Observo que, atualmente, o problema de baixa auto-estima está aumentando. Isso porque os pais estão mais ausentes, muitos terceirizam o cuidado dos filhos (para babás, avós, escolas) e não provêem o amor que a criança tanto precisa sentir por parte dos pais. Não critico os pais por deixarem os filhos em uma escolinha ou contratarem uma babá; muito pelo contrário, são alternativas, muitas vezes, necessárias por causa da rotina de trabalho que as mães precisam enfrentar. Contudo, você, pai ou mãe, não pode esquecer-se do que é fundamental: PROVER AUTO-ESTIMA NA CRIANÇA É FUNÇÃO EXCLUSIVA DOS PAIS. Isso mesmo! Os avós, a escola, os professores, por mais que cuidem e amem a criança, não provêem nela a auto-estima de que necessita. Se a criança não se sentir amada pelos pais, por mais que seja amada por outros, sempre irá ficar uma lacuna na visão que ela tem de si mesmo, e ela sempre se comportará de modo a “chamar a atenção” dos pais, que são os genitores.
AUTO-ESTIMA = VISÃO QUE A PESSOA TEM DE SI MESMO 
Querido pai ou querida mãe, a infância é o momento em que o seu filho precisa se sentir amado por você. Isso é fundamental para o desenvolvimento emocional saudável. Se isso não acontecer, você pode perceber a sua criança com alguns dos seguintes comportamentos e/ou sentimentos: triste; agressiva para ter a atenção dos pais; problemas de aprendizagem; problemas de relacionamento (o tempo todo ela vai “testar” se é amada); ansiosa; problemas de sono ou alimentação; pode fazer xixi na cama; dentre outros. Pais, levem em conta os seguintes aspectos:
      - Atitude primordial dos pais para prover a auto-estima de seu filho: demonstrar que o ama simplesmente pelo fato de ele existir, e não somente quando faz algo bom.
      - A auto-estima se desenvolve quando os pais têm como prioridade o filho, e não o comportamento do filho.
Se os pais não considerarem estes aspectos, seus filhos se tornarão, como muitos, pessoas que só se sentem amadas e valorizadas quando fazem algo bom e correto. Quando erram, ou perdem algo, ou não conquistam algo, se sentem não amadas, desvalorizadas. Por exemplo: uma pessoa com baixa auto-estima, se perder o emprego, achará que perdeu todo o seu valor; ela não entende que o seu valor é real pelo simples fato de ela existir, e não pelo que tem ou faz.
Se você é pai ou mãe, peço para que avalie as atitudes a seguir em relação ao seu filho nos últimos meses. Se a maioria das respostas for “sim”, você está no caminho certo: está provendo auto-estima para seu filho e ele possui uma grande base para ser uma pessoa emocionalmente saudável. Contudo, se a maioria das respostas for “não”, repense, procure mudar suas atitudes e sua postura, pelo bem de seu filho.
1. Eu tive tempo para conversar e fazer algumas atividades com meu filho, sem pressa para encerrar logo a interação?
2. Eu ensinei meu filho a fazer alguma coisa?
3. Eu saberia dizer que atividades meu filho gostaria de fazer em minha companhia?
4. Eu saberia dizer que atividades meu filho gostaria de fazer sem mim, com os amigos dele?
5. Eu fiz algo com ele para agradá-lo e não para me agradar?
6. Eu lhe dei alguma demonstração clara de atenção, de carinho, de amor?
7. Eu valorizei alguma coisa que ele fez, sem especificar critérios de qualidade ou nível de desempenho?
8. Eu lhe dei alguma forma de atenção, carinho, sem exigir antes nenhuma forma de comportamento adequado?
9. Eu abracei meu filho, disse-lhe que o amo, que senti saudades dele, no exato momento em que me encontrei com ele, sem me preocupar com seus comportamentos, se estava suado, com roupa suja, despenteado etc.?
10. Eu lhe dei alguma coisa de que ele gosta: uma bala, uma figurinha, uma flor, simplesmente porque me lembrei dele (não do que ele fez)?


SE precisar de uma orientação mais completa, procure a CLÍNICA DE PSICOLOGIA DRA. LUCIANA RODRIGUES, teremos prazer em orientá-lo.
Desenvolva a auto-estima em seu filho. Sucesso no seu desafio.

Como traumas de infância podem se transformar em ansiedade na vida adulta?

    Os nossos primeiros anos de vida são determinantes na formação da nossa personalidade e visão de mundo. As experiências que vivemos ...